Acho que, os pecados são pecados por causa disso: Porque não há no mundo dor maior do que a dor na consciência, e Deus, em sua infinita sabedoria pensou nisso!
E nos livrou colocando em sua agenda de capa preta, tudo aquilo que nos causaria essa dor, e os chamou de pecados!
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Kulta
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
A merda
Hoje a merda serviu como tantos exemplos, quando fui o seu diário.
Hoje me sentia uma merda e então te encontrei, anjo que sempre me salvou dos tenebrosos domingos durante os melhores anos de minha vida.
Tenho tanto cuidado em minhas palavras contigo, tenho tanto orgulho de te chamar de amiga.
Com muito cuidado e cautela, deixarei nesse blog público poucas dicas do assunto meu com ela.
Uma merda, as vezes, faz você enxergar a merda que tava fazendo.
Até merda tem valor!
Mas depois de usar, se limpe bem e saia de fininho, deixe o tempo levar os resíduos, nunca se apaixone por uma merda.
Deixa que o tempo vai afastando você da merda que te fez aprender,
é o melhor remédio...
Deixa o vento levar que merda bóia. Merda vai fácil.
Só não seja grosseiro porque gruda, hahaha.
Ô vidinha filha da puta, mas cheia de drama.
Mas viver sem drama, não sei se conseguiria.
Hoje me sentia uma merda e então te encontrei, anjo que sempre me salvou dos tenebrosos domingos durante os melhores anos de minha vida.
Tenho tanto cuidado em minhas palavras contigo, tenho tanto orgulho de te chamar de amiga.
Com muito cuidado e cautela, deixarei nesse blog público poucas dicas do assunto meu com ela.
Uma merda, as vezes, faz você enxergar a merda que tava fazendo.
Até merda tem valor!
Mas depois de usar, se limpe bem e saia de fininho, deixe o tempo levar os resíduos, nunca se apaixone por uma merda.
Deixa que o tempo vai afastando você da merda que te fez aprender,
é o melhor remédio...
Deixa o vento levar que merda bóia. Merda vai fácil.
Só não seja grosseiro porque gruda, hahaha.
Ô vidinha filha da puta, mas cheia de drama.
Mas viver sem drama, não sei se conseguiria.
sábado, 3 de outubro de 2009
O tubarão

Hoje você soube dos meus planos malígnos e dos golpes que venho tramando desde que sua mão cruzou a minha orelha pela primeira vez. Hoje você soube.
Soube que certas palavras, certas atitudes, certos momentos, a gente jamais esquece.
Você entrou na minha vida num momento em que precisava demais de alguém, e sinceramente, você conseguiu superar minhas espectativas. O amante, o amigo, o confidente, o humorista, o conselheiro, o ajudador...Você foi tudo isso e muito, muito mais.
Te amei com cada célula perdida e ranzinza do meu corpo. Te dei tudo o que eu tinha, te amei até o limite, passei dos limites para poder te amar melhor...Até o dia em que sua mão cruzou a minha orelha pela primeira vez.
Tudo combinado para sermos as pessoas mais felizes do mundo, mas você escolheu me usar, abusar, estragar...Tubarão, não come, não aproveita, não desfruta, apenas destrói.
O modo como nos encontramos foi lindo, mas sabe o que eu descobri?
Que posso encontrar alguém desta mesma maneira denovo, acho até que já encontrei. (Abafa!)
2004 - Encontrei um tubarão manso nas margens mais limpas do oceano báltico...encantada estava...
Tudo era da cor azul, tudo era lindo e eu sentia que por ele, brigaria até com Deus, ou melhor, passaria até a acreditar Nele, coisa que realmente fiz.
Fomos morar juntos, tudo por minha conta, mas não me importava, porque esse tubarão de amor não enchia a minha barriga, mas enchia o meu peito de alegria. Bastava!
Passei a ter medo dele, esse foi o primeiro sintoma dessa febre "tubaronática" destruidora que adquiri. Não saia com minhas amigas, não fazia certas coisas que costumava fazer, não vestia certas roupas que costumava vestir...O tubarão começou a mostrar, depois de um ano, os seus dentes afiados...
Por confiar, ainda, demais nele, passei a contar-lhe segredos, que mal sabia eu, serveriam para destruir-me mais ainda em brigas que aconteceriam eventualmente.
Por sempre receberem "Não" de minha parte, as amigas foram se afastando...se afastando...e quando olhei pro lado só via ele, o tubarão, roncando do outro lado da cama.
As noite eram verdadeiros pesadelos à essa altura, me sentia só, infeliz, e burra. Por cair nesse conto de mentira.
Passei a ser a mulher "indesejada, problemática, relaxada", não tinha vontade fazer nada, chorava direto, estava totalmente perdida.
Fui procurar ajuda, graças a Deus que me presentiou com essa minha humildade, passei 2 anos no psicologo, gastei fortunas...E nada de eu achar o tal erro, a tal loucura...
Sim, eu era louca, por não enxergar o perigo, dormindo ao meu lado.
(...) Nem vale à pena escrever o que aconteceu nesse meio tempo aqui, no meu lindo blog.
Moral da história:
* Nunca brinque com os sentimentos de ninguém.
* Saiba educar seu filho, porque senão ele será um eterno bebê te dando trabalho.
* Quando ver um brilho, mesmo que fosco, no meio do azul do amor....CORRA!
* Se defender em nome do AMOR-PRÓPRIO não é crime, é legítima defesa.
* E o velho e real ditado: A vingança é um prato que se come frio.
FIM!
Sabiá, eu te amo amigo, muito obrigada por tudo.
Mãezinha, ainda vou te dar muito orgulho, te amo mais do que tudo nessa vida.
E tô feliz, porra! Tô muito bem, to livre, to voaaaando.
Eu me amo!
sábado, 26 de setembro de 2009
no orkut dos outros...

Não quero aderir à essa modinha ridícula que vem tomando conta dos orkuts por orkut afora...
Requisitos para se ter um perfil incubadamente ridículo no orkut:
*Perfil poético, mas que admite os defeitos superficiais como chorona, mimada, impulsiva, faladeira, extremista, sincera ao extremo, orgulhosa, exigente, dramática, pavio curto..)
*Inteligente (apesar de não ter a mínima capacidade de fazer um perfil sozinho...exagere em frases de Caio Fernando Abreu, Martha Medeiros, Clarice Lispector, Tati Bernardi...
*Seja abertamente magoado e apaixonado pelo seu ex (?) e quase implore para ser amado (no orkut)!
*Carência à flor do perfil
*Seus livros favoritos tem que incluir: O caçador de pipas e O pequeno príncipe
*Filmes: Twilight e Um amor pra recordar (A walk to remember)
*O "par-perfeito" é sempre inexistente ou inalcançável como: Edward Cullen.
Siga essa dicas e terás um perfil disfarçadamente ridículo :D
Essas pessoas, apesar da idade e da faculdade, ainda não aprenderam a tal da lei da sobrevivência.
Gostar dos livros e filmes que eu citei acima é uma coisa, agora, fazer um perfil com todos os requisitos é outra.
Não quero ofender ninguém, mas isso ai vai de quem ler.
Estou falando apenas, meninos e meninas, que não adianta, você está se passando por ridículo!
Não adianta dar uma de "acabada (o)" pelo orkut, porque sua relação acabou. Você pode bater pé, pode escrever até o nome dos avós dele (a), QUE ELE (A) NÃO VAI ESTAR NEM AI!
Acorde.
Isso dá muita raiva, melhor dizendo, raiva não...pena!
Quero ver você dizer a verdade, soltar o verbo. Cadê a coragem?
LIBERTE-SE!
Quero ver quem escreve que é uma vagabunda, que traiu o namorado e por isso tá sozinha hoje em dia.
Quero ver quem escreve que tá duro, sem grana nenhuma e teve que pegar emprestado com o vizinho, apesar de o carrão, a isca para pegar piranha, estar na garagem, sem gasolina, mas na garagem!
Quero ver quem escreve que tá infeliz com a esposa, com o marido, mas não larga porque prefere a infelicidade à solidão.
Quero ver quem escreve que há muito tempo não sabe o que é dormir...Por conta das contas impagáveis que fez.
Quero ver quem escreve que a família hipócrita que tem, curte da cara do (a) namorado (a), porque ele é negro (a), quando ele (a) não está presente. Mas fazem questão de entrar na gigantesca comunidade : Racismo, Não!
Quero ver quem diz que não importa o nome, a idade, o sexo. Nunca mais vai se apaixonar, porque seu coração pertence a outra pessoa...
São inúmeras situações, vistas em orkuts, que refletem bem a vida de aparência que nós brasileiros levamos.
Sempre preferimos colocar a venda e seguir, no meio da guerra, sem lutar. Fingir, aprendemos a fingir e a mentir tão bem que acabamos esquecendo quem realmente somos.
E é ai que o orkut entra com a pergunta que não quer calar : Quem sou eu?
Essas três palavras passam do monitor em direção ao quartinho que guardamos hipocrisia, depois da nossa alma, no nosso ego.
Quem sou eu? Quem é você?
Gente bonita, perfis arrumadinhos, comunidades bacanas, sim, mas e você?
Eu quero é mais do que isso, eu quero ter um pouco do que tem na sua alma.
Se ler isso e se identificar, peço-lhe: Por favor, mude.
Faça o login no seu coração, visite-o, olhe mais de perto, sente-se, admire e escolha as suas comunidades, faça amizades com os seus defeitos, trabalhe com eles e talvez, apenas talvez, um belo dia, você venha a ser essa pessoa que você diz que é, a pessoa que você gostaria de ser.
O poder é todo seu.
Uma alma verdadeira conhece outra a léguas, assim como conhece também as falsas.
A lei da sobrevivência, para quem não sabe, é sobreviver. Apesar da dor, do amor e do rancor, sobreviver, e sorrir sempre que possível, não deixar transparecer. Tem remédio.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Uma estórinha.
Eles não entendem, não entendem, os burros não entendem como eu funciono.
Individualidades à parte, sou mulher, sou igual a qualquer outra mulher, e é disso que eu falo agora. Os burros, os homens burros, não esperam o tempo do crescimento para fazerem a colheita. Eles querem e querem agora.
Não demostram, pobres criaturas, a tão sábia e milagrosa paciência. Não. Eles nem sabem o que é isso.
Mulher é tão sonhadora, faz tantos planos em cima de vocês, vermes dessa terra, que só servem para estragar o, antes, tão perfeito fruto.
Mulher é isso. O fruto. A coisa preciosa, que deve ser observada, admirada, almejada e, agora sim, colhida.
Por serem demasiadas preciosas, exigem de vocês a paciência. Observe só o que acontece com a mulher "colhida", com a mulher que sedeu ao malfeitor antes da hora, está inútil e marcada para o resto da vida.
Desculpem a loucura e a sinceridade que uso hoje, mas eu resolvi falar.
Falar de um assunto feio o embaraçoso, vou falar da dor de ser mulher.
Observada, naquela esquina, ela sorri para ele. Os olhos não são bíblias, mas também estão cheios de mistérios, mistérios horripilantes e doces, uma mistura do verde com o castanho.
A carência, meu caro, nada mais é do que a prova viva da não admiração tão precisada. A carência é o câncer que nunca morre, dentro de uma mulher.
Ele se aproxima, sorri, oferece um café e pronto. Conversam e ele pergunta a ela quando vão se ver novamente. Seu coração bate forte. E agora José?!
Ela disfarça, mulher sempre disfarça a ridicularidade de um homem, e acaba dando o seu número para ele.
Inúmeras ligações ocorrem no período de 3 meses, e o animal, faminto, não aguenta mais esperar e começa com a sua única arma que cabe, precisamente, na carência daquela jovem: a chantagem:
- Mas você é tão linda, por quê não quer sair comigo? Sou muito feio, pode falar...
- Não, não é nada disso, é que...hoje tenho que estudar para uma prova de geografia.
- Pô, gata, estuda aqui em casa... hehehe, Não, sério...estuda mais tarde poxa. Vamos naquele cinema lá do centro, tá passando um filme maneiro.
- Vou pensar...
- Ah, se não quiser ir entenderei (?), mas eu queria muito sair com você. Você é muito linda e interessante.
- Obrigada...
Duas horas depois se encontram no cinema do centro. O cara levou todos os seus amigos com ele para dar a "nota".
A menina vestia uma blusa simples azul, uma calça jeans clara, e o cabelo estava preso para cima.
Ao chegar no lugar marcado e ver aquele monte de garotos, a menina se sente intimidada, para, e espera num canto, tímida, pela misericórdia do homem que a fez o convite.
Ele, depois de levar uns tapinhas nas costas dos amigos, se aproxima, a beija no rosto e entram no cinema.
O filme até que era bacana, se não fosse aquela mão boba entre suas coxas o tempo todo...
Na única cena de sexo, que durou uns trinta segundos, ela se sentia extremamente constrangida.
Depois de mais de uma hora e meia de tortura, ela viu finalmente as luzes se acendendo. Ufa!
Agracedeu, deu-lhe um beijo no rosto, e seguiu aquele corredor estreito em direção á saída do cinema. Chegando do lado de fora, surpresa: O vento quente se misturou com a frieza dos amigos do tal rapaz, que o esperavam, fielmente, do lado de fora.
Ela, constrangida, seguiu em frente sem nem respirar, enquanto eles gargalhavam alto e saudavam o amigo.
- Ele nunca mais ligou, ela ainda pensa.
Olhando tristemente para sua nota na prova de geografia...
Individualidades à parte, sou mulher, sou igual a qualquer outra mulher, e é disso que eu falo agora. Os burros, os homens burros, não esperam o tempo do crescimento para fazerem a colheita. Eles querem e querem agora.
Não demostram, pobres criaturas, a tão sábia e milagrosa paciência. Não. Eles nem sabem o que é isso.
Mulher é tão sonhadora, faz tantos planos em cima de vocês, vermes dessa terra, que só servem para estragar o, antes, tão perfeito fruto.
Mulher é isso. O fruto. A coisa preciosa, que deve ser observada, admirada, almejada e, agora sim, colhida.
Por serem demasiadas preciosas, exigem de vocês a paciência. Observe só o que acontece com a mulher "colhida", com a mulher que sedeu ao malfeitor antes da hora, está inútil e marcada para o resto da vida.
Desculpem a loucura e a sinceridade que uso hoje, mas eu resolvi falar.
Falar de um assunto feio o embaraçoso, vou falar da dor de ser mulher.
Observada, naquela esquina, ela sorri para ele. Os olhos não são bíblias, mas também estão cheios de mistérios, mistérios horripilantes e doces, uma mistura do verde com o castanho.
A carência, meu caro, nada mais é do que a prova viva da não admiração tão precisada. A carência é o câncer que nunca morre, dentro de uma mulher.
Ele se aproxima, sorri, oferece um café e pronto. Conversam e ele pergunta a ela quando vão se ver novamente. Seu coração bate forte. E agora José?!
Ela disfarça, mulher sempre disfarça a ridicularidade de um homem, e acaba dando o seu número para ele.
Inúmeras ligações ocorrem no período de 3 meses, e o animal, faminto, não aguenta mais esperar e começa com a sua única arma que cabe, precisamente, na carência daquela jovem: a chantagem:
- Mas você é tão linda, por quê não quer sair comigo? Sou muito feio, pode falar...
- Não, não é nada disso, é que...hoje tenho que estudar para uma prova de geografia.
- Pô, gata, estuda aqui em casa... hehehe, Não, sério...estuda mais tarde poxa. Vamos naquele cinema lá do centro, tá passando um filme maneiro.
- Vou pensar...
- Ah, se não quiser ir entenderei (?), mas eu queria muito sair com você. Você é muito linda e interessante.
- Obrigada...
Duas horas depois se encontram no cinema do centro. O cara levou todos os seus amigos com ele para dar a "nota".
A menina vestia uma blusa simples azul, uma calça jeans clara, e o cabelo estava preso para cima.
Ao chegar no lugar marcado e ver aquele monte de garotos, a menina se sente intimidada, para, e espera num canto, tímida, pela misericórdia do homem que a fez o convite.
Ele, depois de levar uns tapinhas nas costas dos amigos, se aproxima, a beija no rosto e entram no cinema.
O filme até que era bacana, se não fosse aquela mão boba entre suas coxas o tempo todo...
Na única cena de sexo, que durou uns trinta segundos, ela se sentia extremamente constrangida.
Depois de mais de uma hora e meia de tortura, ela viu finalmente as luzes se acendendo. Ufa!
Agracedeu, deu-lhe um beijo no rosto, e seguiu aquele corredor estreito em direção á saída do cinema. Chegando do lado de fora, surpresa: O vento quente se misturou com a frieza dos amigos do tal rapaz, que o esperavam, fielmente, do lado de fora.
Ela, constrangida, seguiu em frente sem nem respirar, enquanto eles gargalhavam alto e saudavam o amigo.
- Ele nunca mais ligou, ela ainda pensa.
Olhando tristemente para sua nota na prova de geografia...
sabrina monroe

--'
Prezados Plagiadores...
Peço que tenham o mínimo de decoro quando forem usufruir de minhas meras obras literárias.
Volto a mencionar a vossa necessidade em serdes mais afoitos.
Posso eu, podes tu.
Supondo que estão todos advertidos, sinto-me mais do que no direito de intentar uma acção judicial contra toda e qualquer criatura humana que copiar ou imitar, sem engenho, as minhas obras e/ou pensamentos sem apresentá-los como meus.
Atenciosamente, a Autora.
sábado, 19 de setembro de 2009
No escuro .
A verdade não é que ninguém quer ir pro inferno sozinho.
A verdade é que as pessoas querem comprovar que não estão sozinhas com as suas opiniões, com as suas fantasias, com os seus medos; esse tipo de solidão confundi...aprisiona, e ninguém é tão seguro a ponto de não sentir nem uma pontinha de alegria quando descobre que também pensam como ele, que também pensam parecido com ele.
É o tal do aperto de mão no escuro. É uma coisa tão íntima que não há como acender as luzes, mas você sente, na escuridão, a companhia. E essa companhia é tão real e tão intensa, que te faz respeitar, simplesmente respeitar, brota o respeito mútuo, por você mesmo, e pelos outros, com opiniões diferentes das suas.
Obrigada pelo aperto de mão, Tati Bernardi.
A verdade é que as pessoas querem comprovar que não estão sozinhas com as suas opiniões, com as suas fantasias, com os seus medos; esse tipo de solidão confundi...aprisiona, e ninguém é tão seguro a ponto de não sentir nem uma pontinha de alegria quando descobre que também pensam como ele, que também pensam parecido com ele.
É o tal do aperto de mão no escuro. É uma coisa tão íntima que não há como acender as luzes, mas você sente, na escuridão, a companhia. E essa companhia é tão real e tão intensa, que te faz respeitar, simplesmente respeitar, brota o respeito mútuo, por você mesmo, e pelos outros, com opiniões diferentes das suas.
Obrigada pelo aperto de mão, Tati Bernardi.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Quem sabe é quem sai

Há 5 anos atrás mudei de rua, mudei de bairro, mudei de endereço, mudei de país, mudei de vida.
Há exatamente 5 anos, 2 meses e 13 dias, eu mudei.
É incrível a capacidade de um ser humano suportar. É incrível como conseguimos deixar tudo o que vivemos no passado e começar denovo, dando sempre uma olhadinha pra trás, é claro.
Quando peguei aquele avião no aeroporto internacional Tom Jobim, trouxe na mala quase nada. Nunca havia saído do país, nunca havia deixado os meus amores na certeza de não voltar tão cedo. Ah, os meus amores!
Lembro dos desenhos do meus lençois, lembro do cheiro do pão da padaria ao lado da minha casa, das vinhetas das rádios que eu ouvia todos os dias, até da voz da mulher do carro do peixe, eu lembro.
Uma saudade saudável invade meu peito, e se aloja bem lá no fundo, sentá-se e eu sinto que ela não pretende mais sair. Faz morada.
Deixar o país é uma dor tão suportável. Uma dor saudável, a dor de não pertencer áquela vida, áquele bairro, áquele lençol, áquela casa do lado de uma padaria.
A angústia de deixar as festas mais badaladas, os pagodes mais gostosos, os bailes mais sinistros, o calor do Rio de Janeiro... é uma angústia de crescer, é uma angústia de rebeldia, de não se conformar. Uma angústia de teimar, de querer o melhor, de ousar fazer o diferente. Mas essa dor, esse fino incômodo, só sente mesmo quem abandona, quem sai da sua zona de conforto, e quem sente na pele a dor de deixar de vadiar.
Invadir outro país, para mim, está sendo uma surpresa eterna. É bom, porque há tanto o que descobrir do Brasil em mim mesma! Há coisas que precisam ser descobertas com a angústia, coisas tão suas, e você precisa abandonar a segurança dos seus lençois, da sua familia e de festas nacionais para descobrir.
Há um valor que mora dentro da casca do valor, se esconde. E quando você viaja, talvez ele estranhe não sei, mas ele sai. E uma gota desse valor tão escondido corresponde a mais de uma vida inteira de tão falados e mal entendidos VALORES. Quem sabe você não está entendendo nada, quem sabe estou falando loucuras agora, quem sabe é quem sai!
Então sai, sai daí, dessa cadeira, dessa sala, dessa casa, dessa rua, desse bairro, desse país.
Tente, pelo menos tente, ser uma pessoa emocionalmente independente. E tenho certeza de que me entenderá.
Ouse.
Algumas pessoas acham que é inveja, e me pergunto o porquê.
Porque é certo que você vai pra festas todos os fins de semanas, escola e passeios com os amigos(?), baladas e raves, curte praia, churrasco e cerveja o ano todo.
Mas enquanto você se perde em meio a corpos vazios e se entranha cada vez mais à procura de pessoas que confirmarão as suas mentiras, eu estou em meio a minha alma, estou em pleno contato com o meu coração e totalmente ciente de meus sentimentos.
O meu sumiço para todos os moradores do Gouveia e proximidades, tem sido o meu aparecimento para mim mesma. Enquanto você se diminue pensando ser maior, eu cresço em silêncio.
Mas crescer dói. Parar de vadiar dói. Deixar de ser dói.
Aquelas dores adolescência. Dor que vale à pena.
Nasci no Rio Janeiro, mas onde morrerei, só depende de mim!
Saudades do Meu Brasil, aprendendo cada dia mais o verdadeiro significado da palavra patriotismo.
Há exatamente 5 anos, 2 meses e 13 dias, eu mudei.
É incrível a capacidade de um ser humano suportar. É incrível como conseguimos deixar tudo o que vivemos no passado e começar denovo, dando sempre uma olhadinha pra trás, é claro.
Quando peguei aquele avião no aeroporto internacional Tom Jobim, trouxe na mala quase nada. Nunca havia saído do país, nunca havia deixado os meus amores na certeza de não voltar tão cedo. Ah, os meus amores!
Lembro dos desenhos do meus lençois, lembro do cheiro do pão da padaria ao lado da minha casa, das vinhetas das rádios que eu ouvia todos os dias, até da voz da mulher do carro do peixe, eu lembro.
Uma saudade saudável invade meu peito, e se aloja bem lá no fundo, sentá-se e eu sinto que ela não pretende mais sair. Faz morada.
Deixar o país é uma dor tão suportável. Uma dor saudável, a dor de não pertencer áquela vida, áquele bairro, áquele lençol, áquela casa do lado de uma padaria.
A angústia de deixar as festas mais badaladas, os pagodes mais gostosos, os bailes mais sinistros, o calor do Rio de Janeiro... é uma angústia de crescer, é uma angústia de rebeldia, de não se conformar. Uma angústia de teimar, de querer o melhor, de ousar fazer o diferente. Mas essa dor, esse fino incômodo, só sente mesmo quem abandona, quem sai da sua zona de conforto, e quem sente na pele a dor de deixar de vadiar.
Invadir outro país, para mim, está sendo uma surpresa eterna. É bom, porque há tanto o que descobrir do Brasil em mim mesma! Há coisas que precisam ser descobertas com a angústia, coisas tão suas, e você precisa abandonar a segurança dos seus lençois, da sua familia e de festas nacionais para descobrir.
Há um valor que mora dentro da casca do valor, se esconde. E quando você viaja, talvez ele estranhe não sei, mas ele sai. E uma gota desse valor tão escondido corresponde a mais de uma vida inteira de tão falados e mal entendidos VALORES. Quem sabe você não está entendendo nada, quem sabe estou falando loucuras agora, quem sabe é quem sai!
Então sai, sai daí, dessa cadeira, dessa sala, dessa casa, dessa rua, desse bairro, desse país.
Tente, pelo menos tente, ser uma pessoa emocionalmente independente. E tenho certeza de que me entenderá.
Ouse.
Algumas pessoas acham que é inveja, e me pergunto o porquê.
Porque é certo que você vai pra festas todos os fins de semanas, escola e passeios com os amigos(?), baladas e raves, curte praia, churrasco e cerveja o ano todo.
Mas enquanto você se perde em meio a corpos vazios e se entranha cada vez mais à procura de pessoas que confirmarão as suas mentiras, eu estou em meio a minha alma, estou em pleno contato com o meu coração e totalmente ciente de meus sentimentos.
O meu sumiço para todos os moradores do Gouveia e proximidades, tem sido o meu aparecimento para mim mesma. Enquanto você se diminue pensando ser maior, eu cresço em silêncio.
Mas crescer dói. Parar de vadiar dói. Deixar de ser dói.
Aquelas dores adolescência. Dor que vale à pena.
Nasci no Rio Janeiro, mas onde morrerei, só depende de mim!
Saudades do Meu Brasil, aprendendo cada dia mais o verdadeiro significado da palavra patriotismo.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
e o troféu Mulher do mês de setembro vai para...

Fernanda Young, carioca, escritora atriz, apresentadora de TV e roteirista.
Bibliografia:
1996 - Vergonha dos Pés
1996 - Vergonha dos Pés
1997 - A Sombra das Vossas Asas
1998 - Cartas para Alguém Bem Perto
1998 - Cartas para Alguém Bem Perto
2000 - As Pessoas dos Livros
2001 - O Efeito Urano
2004 - Aritmética
2004 - Aritmética
2005 - Dores do Amor Romântico (poesias)
2007 - Tudo que Você Não Soube
Além de seus vários trabalhos atrás das câmeras, Fernanda também tem seu próprio programa de TV desde 2006, o Irritando Fernanda Young. Confiram no Youtube, vale muito a pena.
O que mais gosto em Fernanda é sua sinceridade, sua feminilidade, sua verdade, sua poesia e a sua ausência de medo ao mostrar quem realmente é.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009

It's okay in the day
I'm staying busy
Tied up in love so
I don't have to wonder where is he
Got so sick of crying
So just lately
When I catch myself I do a 180
I stay up clean the house
At least I'm not drinking
Run around just so I don't have to think about thinkin
That silent sense of content
That everyone gets
Just disappears soon as the sun sets
This face in my dreams sees in my guts
He floats me with dread
Soaked in soul
He swims in my eyes by the bed
Pour myself over him
Moon spilling in
And I wake up alone
Amy Winehouse - Wake up alone
domingo, 2 de agosto de 2009
É tempo de aprender...
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Justiça
.jpg)
"Na verdade eu queria mesmo tudo aquilo que eu vejo nos livros de história, daquela época em que existiam pessoas corajosas. Queria sair nas ruas com centenas de estudantes e exigir tudo isso de quem foi eleito com esperanças de uma vida melhor. Queria que a saúde e a educação estivessem ao alcance de todos, que pessoas parassem de se espremer em favelas porcas e tivessem casas de alvenaria, que ninguém precisasse ter uma fome maior do que aquela básica entre o almoço e o jantar."
Verônica H.
Finalmente sexta?
Eu não vou pra lugar nenhum hoje!
Recomendo esse video para as outras pessoas que assim como eu, preferem curtir em casa!
heuehUHEUHheu
http://www.youtube.com/watch?v=PIL2ttBqTsM
Recomendo esse video para as outras pessoas que assim como eu, preferem curtir em casa!
heuehUHEUHheu
http://www.youtube.com/watch?v=PIL2ttBqTsM
Felicidade, de verdade.

Todas as melhores músicas me lembram você.
Todos os finais dos melhores filmes.
Todas as lindas paisagens.
Os mais lindos animais.
Os mais lindos mares.
Tudo que é bom me lembra você. E pela primeira vez, pela única vez, meu amor, não dói.
Eu me sinto tão feliz, mesmo não estando ao seu lado, mesmo nunca estando ao seu lado.
O fato de saber que você sorri, que você se emociona, e que você também sente essas coisas lindas, mesmo que seja por outra pessoa, me deixa feliz.
Eu nem esperava te encontrar, e quando eu te encontrei, juro, que não sabia que você fosse mudar tanto minha vida, pra melhor, pra sempre.
Se eu soubesse disso, amor, viveria mil vezes e mais mil vezes os poucos minutos que passei ao teu lado. E não deixaria aquele momento acabar nunca. Estaria nesse momento pressa ao teu tão perfeito sorriso, sorriso esse que me faz levantar todas as manhãs para viver mais um dia.
Você é o melhor companheiro para todas as horas, de todos os mundos, e nada mais justo do que te deixar saber disso.
Sento, um dia de sol, em um lugar vazio e distante, acendo um cigarro, olho para o horizonte, e todo aquele todo é você. Mesmo sem você estar lá.
Não, não dá mesmo para te explicar o que eu sinto.
Mas você é a parte de mim que eu mais gosto.
Você me faz feliz sem me cobrar beijos, sexo, ou qualquer outro tipo de contato físico.
Você me ama de verdade. E como o único homem que me fez sentir isso, eu te terei pra sempre. Não demos tempo para isso se estragar.
Não demos tempo de o amor acabar.
Será eterno.
Você fez nascer, e eu cultivarei enquanto vida tu me der.
Eu sempre levarei você nos melhores momentos do meu viver.
Para sempre, sua.
Mês de maio, mês das flores
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